Até hoje as cidades tem sido construidas com base em milhares de iniciativas diferentes, sem um pensamento estratégico por trás, em considerações ambientais e de sustentabilidade, sem considerar a cidade com um ente vivo e orgânico, que respira e defeca, se movimenta e se alimenta. Talvez tenha chegado a altura de criar uma nova disciplina que estude as cidades como os entes vivos que são, tentanto planear a sua biologia de uma forma sustentável que contemple áreas verdes minimas, eficiencia de transportes e estacionamento, distribuição da população, tipologia das habitações, etc, etc. Uma disciplina onde os conhecimentos de design, arquitectura e sociologia, sejam interligados com a biologia, para planificar melhores cidades.